CONTATO-IMPROVISAÇÃO NO TEATRO – Escola de Teatro Juliana Leite

CONTATO-IMPROVISAÇÃO NO TEATRO

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Que o contato e improviso fazem parte da área teatral todos sabem, mas existe uma técnica denominada “Contato Improvisação” que funciona de forma diferente.
Essa técnica foi criada em 1970 por bailarinos e coreógrafos norte-americanos ligados à dança moderna.
Steve Paxton, integrante do grupo inicial, centrou seu trabalho na composição em dupla. Sua primeira apresentação baseada nesta técnica se chama Magnesium, esta apresentação oficializou o Contato Improvisação.

Hoje tanto bailarinos como atores conhecem a técnica por ela fazer parte da Expressão Corporal e Consciência Corporal.

✅ SOBRE O CRIADOR DA TÉCNICA:
Steve Paxton iniciou a sua carreira com estudos em diversas áreas, desde as técnicas de ballet e dança moderna, passando pelas artes marciais orientais, que acabaram por contaminar o seu trabalho ao longo dos anos. Evocando a experiência do jogo, influenciado pela prática da ginástica e do Aikido – arte marcial japonesa que torna ineficaz a violência de qualquer ataque. Em 1970  criou a técnica do Contato Improvisação.
O seu profundo conhecimento do corpo, do seu sentir, da sua fisiologia e das relações deste com o espaço e os outros nos conduz à ética do viver em conjunto.


✅ A TÉCNICA:
A técnica consiste num trabalho em dupla, ou em grupo, em que o peso e contra-peso são os elementos chaves para o movimento acontecer, de forma improvisada, mas consciente, na relação entre corpos. 

O contato-improvisação (CI) trabalha a queda e a sustentação física, de forma consciente, trazendo para o corpo um conhecimento próprio sobre seus limites. Além disso trabalha a relação com o outro, uma vez que funciona como um jogo silencioso (físico) de pergunta e resposta. 

Para o contato-improvisação acontecer, é necessário que os participantes estejam concentrados no que está acontecendo no ambiente e dentro de seu corpo. A prática constante do CI, além de ser potencialmente uma ferramenta de auto-conhecimento, é ainda pedagógica em relação ao corpo, suas alavancas, pontos de apoio, flexibilidade. Num contexto artístico, o CI pode gerar desenhos de movimento muito interessantes para um público espectador e trabalha principalmente com o estado de presença, algo tão buscado nas linguagens de danças contemporâneas.

o CI pode ser praticado por qualquer pessoa que deseje entrar em contato com o movimento, com seu corpo, ou com a relação entre corpos em movimento, como uma finalidade em si. Por conta dessa perspectiva não-acadêmica, julga-se ainda ser pouco reconhecido pelos profissionais de dança. No entanto, muitos artistas nacionais e internacionais de renome, utilizam a técnica como base de pesquisa coreográfica, metodologia de aula, aquecimento, etc.

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Escola de Teatro Juliana Leite
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2 Comments

  1. Stúdio SP diz:

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